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Como implementar o princípio do privilégio mínimo em sua corporação

Segundo um relatório recém publicado pela Kaspersky, o número de usuários que sofreram algum tipo de ciberataque no primeiro semestre de 2020 aumentou 20.000%.

Além disso, a empresa BBOViz, aponta que o Brasil é o segundo país que mais sofre ameaças de ransomware no mundo, ficando atrás apenas da Índia.

Alarmantes estatísticas mostram que proteger os dados confidenciais de uma corporação vai além da obrigatoriedade legislativa, já que vazamentos de dados podem gerar prejuízos financeiros e reputacionais tão grandes quanto a penalização pelo descumprimento de leis de proteção de dados.

Há diversos relatos de grandes empresas que foram afetadas por algum tipo de malware, impactando suas metas de negócio significativamente. A Braskem, por exemplo, foi afetada por um Ransomware que impactou muito sua saúde financeira, diminuindo seu faturamento em cerca de 45%.

Outro caso recente ocorreu em um Banco público chileno, que sofreu um ataque de um Ransomware que os obrigou a manter todas as suas agências fechadas por vários dias, impactando fortemente a sua reputação – tanto de imagem quanto financeira.

Mesmo possuindo muitos relatos de ciberataques pelo mundo, nunca existiram tantas soluções para proteger uma corporação de ciberataques, como a implementação do princípio do privilégio mínimo.

O que é o princípio do privilégio mínimo?

O princípio do privilégio mínimo é um dos pilares da segurança da informação, seu principal objetivo é conceder aos usuários o acesso de ambientes que são necessários para a realização de suas tarefas de trabalho. Ou seja, com o princípio do privilégio mínimo, os usuários não acessam ambientes que não os convêm, evitando ameaças internas, vazamento de dados e infiltração de hackers em ambientes críticos de uma empresa.

Assista ao webinar: Como Implementar o Princípio do Privilégio Mínimo

Riscos da não utilização do princípio do privilégio mínimo

Ao permitir que usuários possuam acessos privilegiados indevidos a ambientes e sistemas que não os convêm, abrem-se diversas brechas de segurança para a empresa, como a liberação de privilégios de administrador do windows para os funcionários, o que permite que eles instalem qualquer software malicioso, com ou sem intenção maliciosa, que um hacker invada uma máquina e instale esse software malicioso, aumentando os riscos de negócio e a superfície de ataque.

Além disso, permitir que usuários possuam excesso de privilégio em ambientes cloud também deixa os dados da empresa vulnerável para ataques e ameaças internas.

Como implementar o princípio do privilégio mínimo 

Através da solução senhasegura você possui várias travas de segurança que garantem que os usuários acessem apenas os ambientes que lhes são convenientes, além de monitorar a maneira que o usuário está realizando o acesso privilegiado, a solução senhasegura registra, grava e notifica os responsáveis pela segurança da informação qualquer ação maliciosa dentro da sessão privilegiada.

Através dessa simples prática, minimizam significativamente as chances de um cibercriminoso acessar dados sigilosos de sua empresa e extrair informações.

Solicite uma demonstração gratuita da solução senhasegura e entenda como o princípio do privilégio mínimo mudará o cenário da sua empresa em relação á cibersegurança.


2020-10-30T16:04:28-03:00

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