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Os 7 principais tipos de ataques de phishing e como se prevenir

Os 7 principais tipos de ataques de phishing e como se prevenir

Os 7 principais tipos de ataques de phishing e como se prevenir

A engenharia social, no contexto da segurança da informação, consiste em práticas realizadas por hackers com o objetivo de manipular usuários para que efetuem ações que vão contra seus interesses, explorando sua vulnerabilidade e falta de conhecimento para obter vantagens.

Um dos principais tipos de engenharia social é o ataque de phishing, que tem crescido a cada dia. De acordo com o relatório da Verizon Data Breach Investigation Report 2022, 20% dos vazamentos de dados do período analisado envolveram phishing.

Esses números alertam para a necessidade de conhecer os diferentes tipos de phishing e saber como evitar essa ameaça, temas abordados neste artigo. Para facilitar sua compreensão, dividimos nosso texto por tópicos. São eles: 

  • O que é phishing?
  • Funcionamento do phishing
  • 7 principais tipos de ataques de phishing
  • Sinais comuns de phishing
  • Melhores práticas para a prevenção de ataques phishing
  • senhasegura GO Endpoint Manager: a solução para proteger contra os ataques phishing
  • Sobre o senhasegura
  • Conclusão

Boa leitura!

O que é phishing?

O phishing é um tipo muito comum de engenharia social em que hackers se passam por entidades legítimas ou pessoas confiáveis para manipular suas vítimas e solicitar que executem determinadas ações, como optar por conceder informações sigilosas ou clicar em links maliciosos.

Ataques de engenharia social como o phishing estão presentes em quase todos os incidentes de segurança cibernética e costumam envolver outras ameaças, como ataques de rede, injeção de código e malware. 

Funcionamento do phishing

Normalmente, os cibercriminosos utilizam meios como as redes sociais para reunir dados de suas vítimas, como nome, cargo, interesses e endereço de e-mail

Depois, essas informações são utilizadas para criar uma mensagem falsa em nome de uma entidade confiável, como bancos, local de trabalho ou universidade da vítima.

Nas mensagens, solicita-se que o usuário baixe anexos maliciosos ou clique em links para sites mal-intencionados a fim de coletar informações confidenciais, que podem incluir nomes de usuários, senhas e dados bancários.

Alguns atacantes utilizam fontes, logotipos e layouts inadequados nos e-mails de phishing, facilitando sua identificação como tal, porém, os cibercriminosos estão se aprimorando cada vez mais, fazendo com que suas mensagens pareçam autênticas.

 

7 principais tipos de ataques de phishing

Confira a seguir os sete principais tipos de phishing utilizados por cibercriminosos para manipular suas vítimas:

Deceptive Phishing

O Deceptive Phishing é o mais comum entre os tipos de phishing. Nele, os atacantes se passam por uma entidade legítima para acessar dados pessoais ou credenciais de login de suas vítimas, utilizando mensagens com ameaças e senso de urgência para manipulá-las.

Confira algumas técnicas comuns utilizadas no Deceptive Phishing:

  • Uso de links legítimos nos e-mails, incluindo informações de contato da organização que estão simulando;
  • Combinação de códigos maliciosos e não maliciosos para enganar o Exchange Online Protection (EOP). É possível, por exemplo, replicar o CSS e o JavaScript da página de login de uma empresa de tecnologia para roubar as credenciais da conta dos usuários;
  • Uso de URLs abreviadas para enganar os Secure Email Gateways (SEGs) e de “time bombing” para redirecionar os usuários para uma página de destino de phishing;
  • Alteração de um atributo HTML de logotipos de marcas para evitar que filtros de e-mails detectem o roubo dos símbolos da empresa falsificada;
  • E-mails com conteúdo mínimo, muitas vezes em forma de imagem, para evitar a detecção.

Spear Phishing

O Spear Phishing também está entre os tipos de phishing que utilizam e-mail, porém, essa modalidade é mais direcionada. Na prática, os hackers utilizam inteligência de código aberto (OSINT) para reunir dados de uma empresa disponíveis publicamente. 

Depois, focam em usuários específicos, utilizando essas informações para fazer as vítimas acreditarem que a mensagem é de alguém de dentro da organização, facilitando assim a realização de suas solicitações.

Para identificar o Spear Phishing, é preciso ficar atento às solicitações internas fora do comum, links de drives compartilhados e documentos que exijam um ID de login e senha do usuário.

Whaling

O Whaling também está entre os tipos de phishing que utiliza OSINT. Conhecido como Phishing de Baleias, Fraude de Baleias ou CEO, esse tipo de ataque consiste em identificar o nome do CEO da organização por meio de mídias sociais ou site corporativo e enviar uma mensagem se passando por ele e fazendo solicitações às vítimas.

Para identificar esse tipo de ataque, é necessário se atentar a solicitações anormais, feitas por líderes que nunca enviaram esse tipo de mensagem antes, por exemplo. Além disso, é importante verificar se a mensagem não foi enviada para ou por um e-mail pessoal. 

Vishing

O Vishing é o phishing de voz, que acontece quando o cibercriminoso entra em contato com suas vítimas por telefone para despertar seu senso de urgência e fazer com que atendam suas solicitações.

Para identificar o Vishing, é válido verificar se o número de telefone utilizado é de um local incomum ou bloqueado, se o tempo da chamada coincide com um evento de estresse, como uma temporada de declaração de impostos, e se os dados pessoais solicitados são incomuns.

Smishing

O Smishing é uma evolução do Vishing, que se caracteriza pelo envio de textos solicitando que o usuário realize determinada ação para alterar uma entrega, como clicar em um link que instala malware em seu dispositivo.

É possível identificá-lo, indo ao site do serviço e verificando o status da entrega ou comparando o código de área com sua lista de contatos.

Pharming

O Pharming está entre os tipos de phishing mais difíceis de identificar. Consiste em sequestrar um Domain Name Server (DNS) e direcionar o usuário que digita o endereço do site a um domínio malicioso.

Para se proteger contra esse tipo de ataque, é necessário procurar por sites que sejam HTTPS, não HTTP, e ficar atento aos indícios de que o site é falso, como fontes estranhas, erros ortográficos ou cores incompatíveis.

Angler Phishing

O Angler Phishing é um tipo de ataque em que os usuários mal-intencionados emitem notificações ou mensagens em um app de rede social para convencer suas vítimas a executar determinadas ações.

Nesses casos, é aconselhável ter cuidado com notificações que possam ter sido adicionadas a uma postagem com links maliciosos, mensagens diretas de pessoas que dificilmente utilizam o aplicativo e links para sites compartilhados em mensagens diretas.

 

Sinais comuns de phishing

Ficar atento aos sinais é uma maneira de se proteger da ação de atacantes maliciosos que utilizam os diferentes tipos de phishing para manipular suas vítimas. Confira a seguir os principais indícios dessa ameaça:

E-mails que exploram o senso de urgência

Mensagens que estimulam uma ação imediata por meio de ameaças ou outra forma de despertar o senso de urgência, devem ser encaradas com desconfiança. Afinal, o objetivo dos hackers, nesse contexto, é garantir que suas vítimas atendam suas solicitações com pressa, antes que possam perceber inconsistências no e-mail recebido.

Tom inadequado

Uma importante característica do phishing é que as mensagens podem utilizar uma linguagem e tom inadequados. Portanto, se você receber uma mensagem de um amigo com um tom excessivamente formal, desconfie.

Solicitações fora do padrão

E-mails com solicitações incomuns frequentemente consistem em ataques de phishing. Na prática, a vítima pode receber uma mensagem solicitando que execute uma ação normalmente efetuada pelo setor de TI, por exemplo.

Erros ortográficos e gramaticais

Em geral, as organizações costumam configurar a verificação ortográfica de seus e-mails. Sendo assim, é importante se atentar a erros ortográficos e gramaticais que podem indicar um ataque de phishing.

Endereços da Web incompatíveis

Outra maneira de detectar ataques de phishing é comparando o endereço do remetente com uma comunicação anterior, que possa apontar incompatibilidade.

Para isso, basta passar o mouse sobre o link em um e-mail antes de clicar nele, para ver seu verdadeiro destino.

Solicitações inesperadas

Muitas vezes, os cibercriminosos utilizam páginas de login falsas associadas a e-mails que parecem ser legítimos. Nessa página, podem solicitar informações financeiras, que não devem, de modo algum, ser fornecidas pelos usuários sem que eles verifiquem o site que supostamente enviou o e-mail.

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Melhores práticas para a prevenção de ataques phishing

Confira a seguir algumas práticas recomendadas para prevenir os diferentes tipos de phishing:

Qualifique seus colaboradores

Educar seus funcionários é a primeira medida que você deve tomar para evitar ataques de phishing, afinal, pessoas desprevenidas são alvo fácil dos agentes maliciosos. Porém, os treinamentos oferecidos devem ir além da abordagem tradicional e incluir ameaças recentes e sofisticadas.

Utilizem filtros de e-mail

Geralmente associados a filtros de spam, os filtros de e-mail ultrapassam essa função e indicam ameaças relacionadas a ataques de phishing. Na prática, utilizar o filtro de e-mail pode evitar que o usuário receba um grande número de e-mails de phishing.

Garanta a proteção contra sites maliciosos

Sabendo que as organizações estão filtrando os e-mails para prevenirem phishing, cibercriminosos têm atacado códigos de sites. 

Sendo assim, é de extrema importância que você instale alertas de sites em navegadores para que estes apontem eventuais riscos aos usuários finais.

Limite o acesso à internet

Outro modo de reduzir os riscos associados a sites maliciosos é criando listas de controle de acesso, que neguem a conexão a determinados sites e aplicativos a todos os que tentarem.

Exija o uso do múltiplo fator de autenticação

Um dos principais objetivos dos cibercriminosos é roubar as credenciais do usuário, um risco que pode ser reduzido utilizado o múltiplo fator de autenticação (MFA). 

Na prática, esse mecanismo exige que o usuário utilize dois ou mais itens para se autenticar, unindo algo que ele saiba (como uma senha), algo que possua (como um token) e algo associado a quem ele é (como impressão digital ou reconhecimento facial).

Remova sites falsos

É possível contar com soluções que monitoram e eliminam versões falsificadas do seu site. Desse modo, você consegue evitar que seus funcionários e clientes cliquem em links maliciosos.

Realize backup regularmente

É muito comum que os ataques de phishing estejam associados a malware, incluindo ransomware, o que pode impactar na produtividade do seu negócio, se você não contar com um programa de backup de dados.

senhasegura GO Endpoint Manager: a solução para proteger contra os ataques phishing

Uma das soluções mais eficazes para prevenir os diferentes tipos de phishing é o senhasegura GO Endpoint Manager, que permite proteger computadores conectados remotamente a endpoints Windows e Linux. 

Essa ferramenta:

  • Permite controlar listas de ações autorizadas, notificadas e bloqueadas para cada usuário, reduzindo ameaças relacionadas à instalação de softwares maliciosos e abuso de privilégio;
  • Garante conformidade com regulamentações como PCI, ISO, SOX, GDPR e NIST;
  • Possibilita o provisionamento e revogação de acesso de usuários locais privilegiados, sem precisar instalar qualquer agente no dispositivo alvo;
  • Registra todas as solicitações de uso de credenciais administrativas em logs de sessão; e
  • Permite a segregação de acesso à informações confidenciais, isolando ambientes críticos e correlacionando ambientes.

Sobre o senhasegura

O senhasegura garante a soberania digital das organizações. Isso porque atua evitando a rastreabilidade de ações e perda de informações em dispositivos, redes, servidores e bancos de dados.

Nossos serviços também são úteis para colocar nossos clientes em conformidade com critérios de auditoria e com padrões rigorosos, como PCI DSS, Sarbanes-Oxley, ISO 27001 e HIPAA.

Conclusão

Nesse artigo, você viu o que é phishing, como funciona esse ataque cibernético, quais os diferentes tipos de phishing e como identificá-los. Também mostramos as funcionalidades do senhasegura GO Endpoint Manager e como ele contribui para evitar essa ameaça.  

Precisa dessa solução em sua empresa? Entre em contato conosco.

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O processo de transformação digital nas organizações tem se intensificado em empresas de todos os tamanhos e segmentos, e é considerado um fator essencial para o sucesso dos negócios. Uma das principais consequências desse processo é o crescimento exponencial na quantidade de dados de clientes, parceiros e fornecedores que são tratados por essas organizações. 

Não é à toa o jargão “dados são o novo petróleo”: quando devidamente tratados, dados são uma poderosa ferramenta para tomada de decisão, fornecendo informações cruciais para que as empresas possam agir rapidamente e assertivamente nesse novo contexto. 

No entanto, esse processo de digitalização vem acompanhado de novos riscos de negócio, principalmente os ligados a cibersegurança. Inclusive, considerando essas novas ameaças, líderes organizacionais têm associado cada vez mais riscos de segurança cibernética a riscos de negócio.

Implementar a adequada gestão em cibersegurança exige que as organizações desenvolvam as políticas e processos necessários para garantir a proteção desses dados. Essas políticas e processos envolvem desde a definição de Segurança da Informação na organização até a definição de papeis e responsabilidades das partes interessadas.

Para definir, guiar e verificar a implementação dessas políticas e processos de cibersegurança, alguns padrões foram criados pelo mercado. Um dos padrões mais reconhecidos pela indústria é o 27001, desenvolvido pela International Standards Organization (ISO) e pela International Electrotechnical Commission (IEC). Um dos principais objetivos do padrão ISO/IEC 27001 é auxiliar organizações a gerenciar e proteger os seus ativos de informação para que estejam seguros. O padrão permite a implementação de uma abordagem robusta para gerenciar a Segurança da Informação e construir ciber resiliência.

Para isso, o padrão ISO 27001 prevê a implantação de um Sistema de Gestão de Segurança da Informação, ou SGSI. O SGSI proposto pela ISO 27001 engloba o estabelecimento de processos e controles para a adequada gestão da Segurança da Informação. Segundo a ISO 27001, o SGSI é parte do sistema de gestão da organização e é baseado no gerenciamento de riscos de negócio. Isso engloba a criação, implementação e manutenção dos processos de negócio adequados para a efetiva Segurança da Informação.

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A implementação da ISO 27001 auxilia a organização a garantir a integridade, confidencialidade e disponibilidade dos dados de acordo com as políticas e processos definidos. No entanto, para que o SGSI seja efetivo e eficiente, é necessário que seja continuamente avaliado e revisado pelos respectivos responsáveis. Para isso, a ISO 27001 prevê a implantação de um ciclo de melhoria contínua dos processos do SGDI. Esse ciclo de melhoria, também chamado de ciclo PDCA, é composto dos seguintes passos:

  • Planejar, que engloba o estabelecimento dos objetivos, políticas, processos e procedimentos do SGSI;
  • Fazer, aborda os passos necessários para a implementação dos objetivos, políticas, processos estabelecidos no passo anterior;
  • Verificar, que tem como objetivo avaliar e medir o desempenho do SGSI
  • Agir, que permite a aplicação de ações corretivas de acordo com os itens medidos.

Outros benefícios alcançados com a implementação do padrão ISO 27001 são:

  • Proteção dos negócios e da reputação da organização com clientes, fornecedores, parceiros e funcionários;
  • Redução de custos operacionais e aumento da eficiência;
  • Proteção das informações, inclusive dados sensíveis;
  • Redução dos riscos de cibersegurança e de negócio;
  • Aumento no nível de confiança;
  • Evitar multas regulatórias, principalmente as ligadas a leis de proteção de dados, como GDPR, LGPD e CCPA;

Nós do senhasegura levamos segurança bastante a sério no processo de desenvolvimento das nossas soluções de Gestão de Acesso Privilegiado (PAM). Neste processo, os produtos da nossa Plataforma Integrada de PAM passam periodicamente por avaliações rigorosas, além de auditorias e certificações com os mais rigorosos padrões de cibersegurança, inclusive a ISO/IEC 27001:2013. A obtenção dessa certificação assegura a confidencialidade e integridade dos dados em toda a nossa organização, inclusive processos e produtos.

A obtenção da certificação demonstra o nosso compromisso e capacidade de garantir a segurança dos dados do cliente, das operações de segurança do senhasegur, das capacidades do produto e das melhores práticas de desenvolvimento. Desta maneira, é possível endereçar as necessidades dos nossos clientes através dos produtos desenvolvidos por nós, auxiliando os negócios a assegurar a sua soberania digital dos nossos clientes sobre os dados e, acima de tudo, a redução de riscos cibernéticos e a continuidade dos negócios.

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Princípio do Privilégio Mínimo: entenda a importância desse conceito

Princípio do Privilégio Mínimo: entenda a importância desse conceito

Conceder acesso de administrador a um usuário que sequer tem tempo de explicar o motivo pelo qual precisa dessa permissão não é uma maneira eficiente de solucionar problemas de uma empresa e sim de prejudicar sua segurança. 

Isso porque dados sensíveis podem cair nas mãos erradas por meio de uma invasão cibernética, além do próprio colaborador da organização representar uma ameaça devido às possibilidades de erros humanos, acidentais ou propositais. 

Nesse contexto, é recomendado aplicar o Princípio do Privilégio Mínimo, que garante a esses usuários apenas as permissões necessárias para executar suas tarefas. 

Neste artigo, explicamos detalhadamente esse conceito e sua importância, dentre outras informações acerca do tema. Para facilitar sua leitura, dividimos nosso conteúdo por tópicos, são eles:

  • O que é Princípio do Privilégio Mínimo?
  • Por que o Princípio do Privilégio Mínimo é importante?
  • 10 benefícios do Acesso Mínimo
  • Como implementar o Princípio do Privilégio Mínimo
  • Princípio do Privilégio Mínimo: exemplo
  • Desafios do Princípio do Privilégio Mínimo
  • Princípio Need to Know e o Princípio do Privilégio Mínimo: qual a relação?
  • Zero trust e o Princípio do Privilégio Minímo: qual a relação?
  • Como manter seus dados protegidos utilizando senhas
  • Sobre o senhasegura
  • Conclusão

Boa leitura!

 

O que é Princípio do Privilégio Mínimo?

Também conhecido como Princípio do Acesso Mínimo, o Princípio do Privilégio Mínimo (POLP, sigla em inglês) se refere a um conceito de segurança cibernética segundo o qual os usuários devem receber apenas as permissões necessárias  para lerem, gravarem e executarem arquivos indispensáveis às suas operações.

Na prática, o Princípio do Privilégio Mínimo integra a política de segurança das empresas, na medida em que restringe o acesso a aplicações, sistemas e processos apenas aos usuários privilegiados.

Dependendo do sistema, é possível basear esses privilégios nas funções desempenhadas pelos profissionais dentro das organizações. 

 

Por que o Princípio do Privilégio Mínimo é importante?

Em primeiro lugar, o Princípio do Privilégio Mínimo é fundamental para reduzir a superfície de ataque, evitando a ação de usuários mal-intencionados. Isso é extremamente importante, uma vez que as credenciais privilegiadas estão entre os principais alvos dos invasores.

Ou seja, limitando o acesso de superusuário e administrador por meio do Princípio do Acesso Mínimo, é possível proteger uma organização de invasões. Além disso, contribui para evitar a propagação de softwares maliciosos, como os malwares.

Porém, é essencial ficar atento à necessidade de aplicar o Princípio do Privilégio Mínimo aos endpoints. Isso contribui para evitar que hackers utilizem privilégios elevados para aumentar seu acesso e mover-se lateralmente pela estrutura de TI.

A necessidade de manter a empresa em conformidade com rigorosos padrões de auditoria também explica porque o Princípio do Privilégio Mínimo é importante

 

10 benefícios do Acesso Mínimo

Os principais benefícios do Privilégio Mínimo são:

  • Elevação de privilégios quando necessário
  • Restrição do acesso a aplicações
  • Restrição do acesso a configurações do sistema
  • Controle dos dados utilizados
  • Menor superfície de ataque
  • Redução de falhas humanas
  • Contenção de malware
  • Segurança de dados aprimorada
  • Proteção contra ataques comuns
  • Conformidade com critérios de auditoria

Confira a seguir mais detalhes sobre essas vantagens:

 

Elevação de privilégios quando necessário

É necessário aplicar o Princípio do Acesso Mínimo (POLP) sempre que for preciso elevar os privilégios de um colaborador a determinado aplicativo pelo tempo necessário para executar uma operação. 

 

Restrição do acesso a aplicativos

Outra finalidade do Princípio do Privilégio Mínimo é evitar que um administrador altere as configurações de um equipamento, instalando aplicativos e expondo a rede da organização a ameaças cibernéticas.

 

Restrição do acesso a configurações do sistema

O Princípio do Privilégio Mínimo também tem a função de reduzir privilégios administrativos, restringindo o acesso a configurações do sistema. 

Desse modo, um usuário pode ter privilégios administrativos sem conseguir, por exemplo, alterar configurações de firewalls, já que o controle do ambiente é destinado ao administrador. 

 

Controle dos dados utilizados

Por meio do Princípio do Privilégio Mínimo é possível registrar e armazenar informações detalhadas sobre cada acesso concedido e obter um maior controle dos dados da empresa. 

 

Menor superfície de ataque

Se um agente malicioso invadir uma conta de usuário com permissões limitadas, seu ataque irá comprometer apenas os recursos acessados por esse usuário. Em contrapartida, se a conta invadida for de um administrador, a invasão terá impacto sobre toda a rede.

Isso significa que, para reduzir a superfície de ataque, utilizada por hackers para prejudicar um negócio, é recomendado manter o número mínimo de contas de administrador.

 

Redução de falhas humanas

Além das invasões efetuadas por hackers, aplicar o Princípio do Privilégio Mínimo na sua organização ajuda a prevenir problemas causados por erros humanos. Afinal, usuários com acesso a recursos que vão além dos necessários para desempenhar suas funções, podem, sem querer ou até mesmo de maneira proposital, excluir algo ou reconfigurar.

 

Contenção de malware

O Princípio do Privilégio Mínimo ajuda a evitar que sua rede seja infectada por malware. Isso porque um administrador com muitos acessos pode espalhar malware para vários sistemas, enquanto nas redes em que se aplica o Privilégio Mínimo, é possível contar sua disseminação.

Porém, não basta restringir o acesso dos usuários, o mesmo deve ser feito com relação aos aplicativos, a fim de impedir esse tipo de ataque em sua rede.

 

Segurança de dados aprimorada

Você deve se lembrar de quando Edward Snowden vazou milhões de arquivos confidenciais da NSA (Agência de Segurança Nacional) para a mídia devido ao seu acesso privilegiado. O ocorrido causou muitos problemas, que poderiam ser evitados se suas permissões estivessem limitadas ao escopo do seu trabalho.

Aplicar o Princípio do Acesso Mínimo é uma maneira eficiente de limitar o número de usuários com acesso a dados confidenciais, reduzindo as possibilidades de vazamento interno e fortalecendo a segurança digital. 

Além disso, caso ocorra uma violação, as restrições impostas pelo Princípio do Privilégio Mínimo permitem facilitar o rastreamento do agente causador.

 

Proteção contra ataques comuns

Aplicativos com privilégios altos geralmente são alvos de hackers, que inserem instruções maliciosas em instruções SQL para controlar sistemas críticos. Porém, esse tipo de ataque pode ser evitado por meio do Princípio do Privilégio Mínimo (POLP), que impacta na possibilidade de elevar permissões. 

 

Conformidade com critérios de auditoria

Aplicar o Princípio do Acesso Mínimo permite às organizações atuarem de acordo com os mais rigorosos requisitos de auditoria, possibilitando evitar ameaças e reduzir o tempo de inatividade e os prejuízos gerados por um potencial ataque.

Como implementar o Princípio do Privilégio Mínimo

Algumas práticas são recomendadas quando o objetivo é aplicar o Princípio do Privilégio Mínimo, dentre elas, podemos destacar:

  • Realizar auditoria das contas;
  • Estabelecer o Privilégio Mínimo nas novas contas;
  • Elevar privilégios por tempo limitado;
  • Garantir que as elevações de privilégios sejam adequadas;
  • Rastrear todas as ações dos usuários na rede; e
  • Realizar auditorias periódicas.

Confira esses itens mais detalhadamente a seguir:

Realizar auditoria das contas

O primeiro passo para implementar o Princípio do Acesso Mínimo é auditar todos os privilégios existentes em contas, programas e processos, garantindo que os usuários recebam apenas as permissões necessárias para executar suas atividades.

 

Estabelecer o Privilégio Mínimo nas novas contas

Em seguida, é importante ter em mente que as novas contas deverão ser criadas obedecendo o Princípio do Privilégio Mínimo, independentemente de serem utilizadas pelos gestores da empresa ou equipe de TI.

Afinal, se algum desses usuários necessitar de um maior nível de acesso depois, ele pode ser concedido temporariamente.

 

Elevar privilégios por tempo limitado

É importante que os privilégios concedidos sejam temporários, sempre que um usuário precisar elevar o nível de acesso para um projeto específico. Nesses casos, para garantir uma segurança ainda maior, é possível utilizar credenciais de uso único.

 

Garantir que as elevações de privilégios sejam adequadas

Antes de aplicar o Princípio do Privilégio Mínimo nas contas que já existem, você deve analisar quais funções exigem um acesso elevado e se os usuários realmente dependem dessa elevação de privilégios para efetuares suas operações.

Essa avaliação deve ser realizada periodicamente, incluindo novas tarefas que eventualmente exijam acesso privilegiado. 

 

Rastrear todas as ações dos usuários na rede

Para aplicar o Princípio do Privilégio Mínimo é importante monitorar e rastrear todas as ações do usuário em sua rede.

 Esse monitoramento irá permitir a você detectar usuários com excesso de privilégios, rastrear atividades suspeitas e identificar indícios de uma invasão, antes que ela gere prejuízos incalculáveis.

 

Realizar auditorias periódicas

Para garantir que as permissões estejam sempre no nível apropriado, é necessário realizar auditorias periódicas. 

Tenha em mente que realizar esse tipo de manutenção é muito mais fácil do que começar a implantar a política do Privilégio Mínimo do início, poupando seu tempo e garantindo mais segurança para sua organização. 

 

Princípio do Privilégio Mínimo: exemplo

Confira a seguir alguns casos em que o uso do POLP é indispensável:

  • Nas redes sociais

Aconselhamos o uso consciente e responsável das redes sociais por meio da aplicação do Princípio do Privilégio Mínimo. Ou seja, oferecer apenas as informações necessárias para fazer uso dessas mídias e não compartilhar dados sigilosos com outros perfis de usuário.

Além disso, é importante configurar as opções de privacidade e segurança de modo a restringir o acesso dos usuários sobre suas publicações.

  • Dispositivos móveis

Muitos aplicativos solicitam permissões desnecessárias para executar suas funções, como telefone, localização e contatos, podendo ser utilizados, inclusive, para roubar dados bancários das vítimas.

Sendo assim, é fundamental aplicar o Princípio do Privilégio Mínimo também nesse caso a fim de evitar prejuízos causados por apps maliciosos.

  • Sistema de saúde

Uma recepcionista de um plano de saúde não deve ter acesso aos dados clínicos e sigilosos dos pacientes. Isso porque, sem o Princípio do Privilégio Mínimo, caso um usuário malicioso invada seu computador, ele terá acesso a esses arquivos.

  • Empresas de manufatura

Uma empresa de manufatura também deve conceder aos seus funcionários apenas o nível de acesso necessário para executar suas funções, em vez de dar acesso a todo o seu ICS. Isso porque o acesso remoto a recursos industriais e a interconectividade geram vulnerabilidades de segurança à organização.

  • Varejo

O setor de varejo costuma ter uma alta rotatividade de colaboradores, o que pode ser um problema, se não houver controle sobre os níveis de acesso concedido. Por esse motivo, empresas do segmento devem aplicar o Princípio do Privilégio Mínimo para garantir que apenas as pessoas certas tenham acesso aos seus dados e recursos.

  • Serviços financeiros

Os profissionais que atuam em serviços financeiros lidam diariamente com milhões de arquivos de clientes. Para reduzir riscos, é conveniente aplicar o princípio do acesso mínimo (POLP) nesse contexto. 

  • Atividades terceirizadas

Muitas corporações terceirizam serviços como sistemas de CRM, RH e bancos de dados. Quando precisam de suporte técnico, é aconselhável aplicar o Princípio do Privilégio Mínimo, garantindo que os profissionais terceirizados tenham acesso apenas ao sistema que precisam reparar, o que reduz os riscos para a organização.

Desafios do Princípio do Privilégio Mínimo

A principal característica do Princípio do Acesso Mínimo é a possibilidade de conceder aos usuários apenas as permissões indispensáveis para executar suas tarefas e os grandes desafios relacionados a isso são o acesso mínimo e a expiração do acesso. Confira:

  • Acesso mínimo

Muitas vezes, o administrador não tem certeza se o usuário realmente necessita de um nível elevado de acesso antes de fornecê-lo e fornece essa permissão mesmo assim, com o objetivo de reduzir transtornos para o usuário e não precisar acionar o suporte técnico.

Porém, o aconselhável é não fornecer o acesso privilegiado sem ter 100% de certeza de que ele é necessário. Isso porque, se o acesso fornecido não for necessário, provavelmente, isso não será relatado ao suporte técnico, aumentando a superfície de ataque. Em contrapartida, se o usuário não receber o acesso que precisa, ele poderá solicitar essa permissão. 

  • Expiração do acesso

Outro desafio relacionado ao acesso privilegiado é que muitas vezes as funções de um usuário são alteradas ao longo do tempo, sem a remoção dos privilégios anteriores. Com isso, muitos colaboradores acumulam privilégios desnecessários para executar suas atividades.

Para evitar esse problema, é recomendado estabelecer um prazo para a expiração do acesso, que garanta que ele expire caso não seja renovado. 

Princípio Need to Know e o Princípio do Privilégio Mínimo: qual a relação?

Utilizado por governos e grandes organizações para proteger segredos de Estado e industriais, o Princípio Need to Know é um conceito que defende a restrição do acesso a informações apenas às pessoas que precisam delas para executar suas tarefas, independentemente do nível de segurança da corporação ou da autorização de superiores.

Quando falamos em segurança digital, sua aplicação está relacionada ao uso de soluções de mandatory access control (MAC) e discretionary access control (DAC).

Já o Princípio do Privilégio Mínimo refere-se à necessidade de direcionar a cada usuário de uma rede ou sistema, apenas os acessos necessários para executar suas funções. 

Zero Trust e o Princípio do Privilégio Mínimo: qual a relação?

De acordo com o conceito de segurança baseado em Zero Trust, as organizações não devem confiar em nada que esteja dentro ou fora de seus limites. Sendo assim, toda e qualquer solicitação de acesso deve ser checada e avaliada antes de ser concedida.

Para limitar quais sistemas um usuário pode acessar, esse modelo de segurança utiliza recursos como auditoria, proteção de credenciais, e múltiplo fator de autenticação (MFA).

Além disso, é recomendado aplicar o Princípio do Privilégio Mínimo como estratégia para limitar o nível de acesso dos usuários apenas às permissões necessárias.

Como manter seus dados protegidos utilizando senhas

O universo cibernético exige muitas medidas de segurança para amenizar riscos e o POLP é uma das mais efetivas. Contudo, existem outros meios de proteger os recursos e dados de uma organização, um deles é escolher senhas seguras. 

Confira a seguir o que você deve levar em conta para definir uma senha:

  • Use senhas longas e complexas. Isso evita que os hackers usem técnicas para adivinhá-las. No entanto, apenas usar senhas complexas pode não ser suficiente para evitar a ação de atacantes maliciosos.
  • Muitos dispositivos são configurados com senhas padrão. Troque-as imediatamente.
  • Evite reutilizar suas senhas em contas diferentes. Além disso, verifique constantemente se você já foi vítima de vazamento de dados por meio do senhasegura Hunter. Nesse caso, altere suas senhas imediatamente.
  • Configure suas senhas para serem alteradas com frequência. O ideal é pelo menos a cada três meses.
  • Não anote, guarde em local de fácil acesso ou compartilhe suas senhas com outras pessoas, evitando assim o acesso não autorizado.
  • Considere soluções de gerenciamento de senhas, ou mesmo gerenciamento de acesso privilegiado (PAM), para gerenciar o uso de sistemas e dispositivos.
  • Use mecanismos de autenticação de múltiplos fatores (MFA) para adicionar uma camada de segurança às suas contas.
  • Configure meios de recuperar o acesso, como incluir números de telefone ou e-mails.
  • As senhas são um dos mecanismos de segurança mais antigos do mundo da computação e também um dos principais vetores de ataque dos hackers. E na era do “novo normal”, com ameaças crescentes decorrentes da pandemia de covid-19, é vital que os usuários estejam alertas e protejam adequadamente suas identidades digitais. Dessa forma, podemos evitar ciberataques que podem causar danos consideráveis não apenas às pessoas, mas também às empresas. Lembre-se: a segurança começa com você!

Sobre o senhasegura

Nós, do senhasegura, fazemos parte do grupo MT4 Tecnologia, criado em 2001, para promover a cibersegurança.

Atendemos a 54 países, proporcionando aos nossos clientes o controle de ações e dados privilegiados. Desse modo, evitamos a ação de usuários maliciosos e vazamento de dados. 

Entendemos que a soberania digital é um direito de todos e que esse objetivo só pode ser alcançado com tecnologia aplicada. 

Por isso, acompanhamos o ciclo de vida do gerenciamento do acesso privilegiado, antes, durante e após o acesso, utilizando a automação de máquinas. Entre nossos compromissos, destacam-se:

  • Garantir mais eficiência e produtividade às empresas, na medida em que evitamos interrupções por expiração;
  • Realizar auditorias automáticas do uso de privilégios;
  • Auditar automaticamente alterações privilegiadas para detectar abusos;
  • Garantir a satisfação dos clientes;
  • Realizar implantações bem-sucedidas;
  • Oferecer recursos avançados de PAM;
  • Reduzir riscos;
  • Colocar as organizações em conformidade com critérios de auditoria e com padrões, como PCI DSS, Sarbanes-Oxley, ISO 27001 e HIPAA.

Conclusão

Lendo este artigo, você viu que:

  • O Princípio do Privilégio Mínimo é uma política de segurança, segundo a qual cada usuário de um sistema deve receber apenas as permissões necessárias para concluir suas atividades;
  • Isso permite reduzir a superfície de ataque e evitar a ação de atacantes maliciosos;
  • Também traz outros benefícios, como evitar a proliferação de malware e falhas humanas, que possam gerar riscos;
  • Para implantar o Princípio do Acesso Mínimo em uma organização é necessário auditar as contas existentes, garantir que a elevação de privilégios seja concedida por um período limitado e rastrear todas as ações dos usuários na rede, entre outras boas práticas;
  • Como exemplos de situações em que se deve aplicar o Princípio do Privilégio Mínimo, destacamos as redes sociais e os sistemas de saúde, entre outros;
  • Os principais desafios relacionados à adoção do Princípio do Privilégio Mínimo referem-se ao acesso mínimo e expiração de acesso;
  • O Princípio do Privilégio Mínimo pode ser associado ao Princípio Need to Know e ao modelo de segurança baseado em Zero Trust.
  • Além de utilizar o Princípio do Privilégio Mínimo, manter os dados de uma organização em segurança envolve outras medidas, como a adoção de senhas fortes e exclusivas.

Gostou do nosso artigo sobre o Princípio do Privilégio Mínimo? Compartilhe com alguém que possa se interessar pelo tema. 

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Como evitar ataques DDoS na sua empresa?

Como evitar ataques DDoS na sua empresa?

Como evitar ataques DDoS na sua empresa?

Existem vários métodos pelos quais agentes maliciosos atacam sites e desestabilizam serviços e recursos de rede. Uma das técnicas mais utilizadas é o ataque DDoS, que significa negação de serviço distribuída.

Por meio desse ataque, um site acaba se tornando inoperante e sobrecarregado com tráfego malicioso. No entanto, ataques DDoS também podem ser feitos contra todos os tipos de recursos de rede, como aplicativos virtuais, data centers, servidores corporativos e APIs.

A sobrecarga de tráfego pode causar diversos problemas para sua empresa, desde gargalos no acesso a dados importantes até a indisponibilidade de todas as ferramentas digitais da corporação. Por isso, é importante estar atento e saber como evitar ataques DDoS

Existem várias maneiras de prevenir ataques DDoS em seus servidores corporativos. Neste texto, explicaremos com mais detalhes o que são ataques DDoS e como eles podem afetar seu negócio. Além disso, vamos mostrar como evitar ataques DDoS em sua empresa. 

Para tornar nosso artigo mais claro, dividimos nosso conteúdo em tópicos. São eles:

  • O que são ataques DDoS?
  • Como os ataques DDoS podem afetar seu negócio?
  • Como evitar ataques DDoS?
  • Sobre o senhasegura
  • Conclusão

Boa leitura!

O que são ataques DDoS?

Antes de especificar o que são e como evitar ataques DDoS, devemos entender o que são ataques DoS (denial-of-service) em geral.

Um ataque DoS é uma maneira de tornar um recurso de rede inutilizável. O ataque geralmente é realizado com uma sobrecarga de tráfego, direcionando uma série de solicitações supérfluas para inutilizar o site.

Por meio dessas solicitações maliciosas, o sistema acaba ficando sobrecarregado e incapaz de processar solicitações legítimas.

No ataque DDoS, o tráfego direcionado de forma maliciosa ao recurso vem de várias fontes. Ao multiplicar a fonte do ataque, o método torna impossível evitar a sobrecarga, bloqueando uma única fonte.

Os ataques DDoS são usados frequentemente como um mecanismo criminoso. Ao tornar o sistema inutilizável, os hackers podem chantagear grandes organizações, por isso, é importante saber como evitar ataques DDoS

Existem inúmeras técnicas para realizar um ataque DDoS. A maneira mais simples de fazer esse tipo de ataque é por meio de uma ferramenta especializada, como Slowloris ou Stacheldraht. Esse tipo de ferramenta está inclusa em diversos tipos de malware e pode realizar o ataque sem o conhecimento do administrador do sistema.

A melhor maneira de entender um ataque como esse é pela seguinte metáfora: imagine um grupo de pessoas se aglomerando na entrada de uma loja, impedindo o acesso de consumidores legítimos. Dessa forma, a própria loja torna-se inacessível.

 

Como os ataques DDoS podem afetar seus negócios?

Os ataques DDoS destinam-se a tornar o uso legítimo de sites e recursos da Web em geral, indisponíveis. Assim, o invasor é capaz de interromper a atividade da organização atacada.

Os principais alvos desses ataques são os serviços on-line que usamos com frequência e que contêm dados confidenciais, como internet banking, mídia, ferramentas educacionais, sistemas de gestão médica, e-commerce etc.

As motivações por trás dos atacantes variam. Diferentes grupos têm diferentes motivos para realizar ataques DDoS.

Às vezes, os ataques são realizados como uma forma de ativismo político. Quando órgãos governamentais são as vítimas, os agentes geralmente procuram causar algum tipo de instabilidade econômica ou social.

No caso de ataques massivos organizados por grandes grupos, o DDoS pode ser usado como tática de distração, direcionando a atenção de autoridades e equipes técnicas para ataques menores.

Em outros casos, as motivações podem ser estritamente financeiras. Por exemplo, um concorrente mal-intencionado pode ordenar um ataque DDoS para tornar seu serviço mais atraente para os consumidores.

Ou, mais diretamente, o invasor pode usar o ataque DDoS para extorquir uma empresa e obter lucros ilícitos.

Nesses casos, o agente malicioso produz um ataque para desabilitar algum serviço digital e cobra um resgate para devolver o sistema à normalidade. Esses são os ataques conhecidos como RDDoS (resgate de negação de serviço distribuída ).

Outra tática é apenas ameaçar a organização com um ataque. Para convencer a empresa a pagar o resgate, o atacante pode fazer uma demonstração de ataque, um “sneak peek”, comprovando sua capacidade disruptiva e, dessa forma, aumentar suas chances de lucrar com o medo e o pânico produzidos, especialmente em pessoas que sequer imaginam como evitar ataques DDoS

Realmente, nem sempre a empresa possui um sistema de proteção adequado. Além disso, entrar em contato com as autoridades policiais pode ser uma solução demorada e causar ainda mais problemas com invasores.

Na maioria das vezes, os hackers nem são rastreados, pois usam carteiras de criptomoedas para receberem o resgate.

Além disso, há muito cálculo a ser feito no caso de ataques de ransomware. Na verdade, a resposta para a simples pergunta “devo ou não pagar o resgate?” pode ser mais complicada do que você pensa. 

As consequências de um ataque DDoS podem ser desastrosas. A instabilidade dos sistemas internos, por exemplo, pode tornar o processo produtivo mais caro ou até mesmo totalmente prejudicado. Por outro lado, a indisponibilidade de sites acessados pelo público pode impossibilitar a captação de clientes e a realização de vendas.

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Como evitar ataques DDoS?

No entanto, o desenvolvimento de ataques DDoS também deu origem a uma série de técnicas de defesa.

De fato, há como evitar ataques DDoS. As defesas contra esses ataques envolvem uma combinação de tecnologias de detecção, classificação de tráfego e ferramentas de resposta.

Basicamente, o objetivo é bloquear o tráfego identificado como malicioso e permitir apenas o tráfego classificado como legítimo.

Sobre o senhasegura

Nós, do senhasegura, somos uma empresa especializada em segurança digital. Por meio de nossos serviços, buscamos dar às empresas soberania sobre suas ações e informações privilegiadas.

Nosso trabalho consiste em combater ciberataques e roubos de dados corporativos, protegendo uma empresa de outras que rastreiam as ações de administradores de rede, bancos de dados, servidores internos por meio de uma solução PAM integrada.  

Também trabalhamos para atender aos exigentes requisitos de auditoria e outras normas, como a Lei Sarbanes-Oxley.

Conclusão

Lendo esse artigo, você viu que:

  • Um ataque DDoS consiste na negação de serviço distribuída;
  • Esses ataques DDoS podem ser feitos contra sites e todos os tipos de recursos de rede;
  • O ataque geralmente é realizado com uma sobrecarga de tráfego;
  • No ataque DDoS, o tráfego direcionado de forma maliciosa ao recurso vem de várias fontes;
  • Existem inúmeras técnicas para realizar um ataque DDoS e as motivações dos atacantes também são variadas;
  • Os ataques DDoS permitem aos invasores interromper as operações de uma organização. Daí a importância de saber como evitar ataques DDoS;
  • Para evitar ataques DDoS, é necessário combinar tecnologias de detecção, classificação de tráfego e ferramentas de resposta.

Gostou do nosso conteúdo? Então, clique aqui e solicite agora mesmo uma demonstração de nossos recursos para mostrarmos como evitar ataques DDoS efetivamente.

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Todos nós, em algum momento, já ouvimos falar em transformação digital. Esse fenômeno atinge empresas de todas as verticais e portes e vem ganhando destaque no mercado. 

A transformação digital exige cada vez mais que os líderes organizacionais adaptem suas estratégias para atender aos novos e mais exigentes requisitos de negócios. Isso inclui aspectos como experiência do cliente, agilidade e melhoria de seus processos de negócios.

Assim, atender a essas novas demandas do mercado tornou-se muito mais do que uma tendência, é um imperativo empresarial. 

Essas ações incluem a implementação de soluções tecnológicas nas organizações para otimizar suas operações, reduzir custos e, assim, entregar a melhor experiência aos seus clientes.

Para atender às novas exigências decorrentes do processo de transformação digital, os fornecedores do mercado, inclusive de TI, desenvolveram soluções para serem implementadas pelas empresas. 

Com tantas opções disponíveis, muitas vezes é difícil para as equipes organizacionais escolherem as melhores soluções que atendam às suas necessidades e possam preencher as lacunas criadas por essas novas exigências do mercado.

Porém, a boa notícia para quem está a frente de uma organização, é que o Gartner apresenta as principais tendências tecnológicas que impactam nos negócios, entre elas, o PAM, conforme explicamos mais detalhadamente a seguir. Para facilitar sua leitura, dividimos nosso texto por tópicos, são eles:

  • Gartner: o que é?
  • Por que utilizar estratégias de segurança apoiadas pelo Gartner?
  • Quadrante Mágico do Gartner: qual sua importância para o mercado?
  • Gartner e PAM: o que a consultoria diz sobre essa solução?
  • Sobre o senhasegura
  • Conclusão

Boa leitura!

Gartner: o que é?

O Gartner é uma empresa reconhecida por fornecer consultoria e pesquisa imparciais e de alta qualidade em muitos mercados, além de fornecer informações e insights valiosos para toda a comunidade de tecnologia. 

Além de fazer parte do S&P 500, índice das 500 maiores empresas de capital aberto dos Estados Unidos, o Gartner fornece pesquisa e análise de soluções em áreas como finanças, jurídico, compliance e tecnologia da informação.

Por meio de seus mais de 15 mil funcionários, o Gartner também contribui para determinar os padrões de TI em vigor e as tendências de mercado que se tornarão realidade no futuro. Seu alcance é global, estando presente em mais de 100 países.

O Gartner fornece pesquisas de mercado estratégicas e ferramentas para que líderes de TI construam suas estratégias e ajudem na tomada de decisões.

Mais de 15 mil empresas estão listadas como clientes do Gartner em todo o mundo. Para se ter uma ideia de sua relevância para o mercado, 73% das empresas que compõem o Fortune Global 500 – ranking anual das 500 maiores empresas elaborado pela revista Fortune – são clientes do Gartner e utilizam seus serviços em suas estratégias de negócios.

Por que utilizar estratégias de segurança apoiadas pelo Gartner?

Quando os líderes organizacionais e de segurança não utilizam as ferramentas adequadas para escolherem soluções de segurança, como é o caso do PAM, sugerido pelo Gartner, a instituição está sujeita a não implementar as ferramentas apropriadas para resolver seus problemas de negócios. Ou pior ainda: as empresas podem até implementar essas soluções e não aproveitar totalmente todas as funcionalidades oferecidas por essas tecnologias.

Isso porque, em muitos casos, as soluções escolhidas podem não estar alinhadas com a estratégia e as necessidades da organização. Ao não adaptar suas operações às mudanças exigidas por fenômenos como a transformação digital, as organizações podem sofrer com quedas de desempenho, produtividade, agilidade e eficácia na execução de suas estratégias de negócios.

Quando isso ocorre, as companhias estão sujeitas a maiores riscos comerciais e de segurança cibernética. Além disso, estão sujeitas a não obter maior vantagem competitiva sobre seus concorrentes de mercado, o que pode afetar a continuidade de suas operações.

Para apoiar sua estratégia e ajudar organizações de todos os tamanhos a escolher quais soluções implantar em sua infraestrutura, é extremamente indicado aos líderes de TI usarem ferramentas desenvolvidas pelo Gartner, como os relatórios do Quadrante Mágico.

 

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Quadrante Mágico do Gartner: Qual sua importância para o mercado?

O Quadrante Mágico do Gartner usa um conjunto uniforme de critérios de avaliação com resultados representados em uma forma gráfica, que mostra o posicionamento competitivo de diferentes fornecedores de produtos e serviços digitais, em diferentes mercados. 

Essa representação facilita a visualização de como esses fornecedores atendem aos diferentes requisitos do mercado e trabalham de acordo com a visão de mercado do Gartner.

O Gartner usa uma metodologia de análise de dados qualitativos para indicar tendências em diferentes mercados, como é o caso do PAM. Essa análise inclui a direção e a maturidade dos diferentes mercados, além de seus respectivos players. As análises desenvolvidas pela empresa são personalizadas para setores de tecnologia específicos, e são atualizadas a cada um ou dois anos.

O Quadrante Mágico para PAM permite que os líderes de segurança avaliem diferentes fornecedores e seu posicionamento de mercado, bem como sua visão e desempenho de acordo com a visão de mercado do Gartner.

Isso é feito por meio dos dois eixos do quadrante: um eixo que representa a percepção de mercado do fornecedor, denominado Completude da Visão, e outro que reflete a capacidade de execução de sua visão de mercado.

O gráfico com os dois eixos é dividido em quatro quadrantes, que indicam as capacidades de diferentes fornecedores com relação aos aspectos Capacidade de Execução e Completude da Visão.

Os diferentes quadrantes do Quadrante Mágico são: Niche Players, Visionnaries, Challengers e Leaders.

O Quadrante Mágico é o primeiro passo para entender o que esses fornecedores e suas tecnologias associadas fazem. Essa ferramenta ajuda a organização a entender visões, roteiros estratégicos e toda a sua capacidade de operar de acordo com suas necessidades específicas.

Gartner e PAM: o que a consultoria diz sobre essa solução?

Falando especificamente sobre o mercado de Privileged Access Management (PAM), o Gartner lançou o relatório Magic Quadrant com 14 fornecedores em 2018. No entanto, a cada ano esse número vem diminuindo: em 2020, 12 fornecedores foram listados, e o último relatório, divulgado em julho de 2021, trouxe apenas 10 fornecedores de tecnologia PAM. 

Segundo o analista do Gartner, o “ar está mais rarefeito”, ou seja, o mercado de PAM está ainda mais competitivo do que em anos anteriores. 

Os Quadrantes Mágicos do Gartner são importantes porque influenciam as decisões de compra de organizações de todos os tamanhos e verticais. As grandes empresas geralmente recorrem aos seus relatórios para apoiarem estratégias próprias e escolherem quais fornecedores de TI contratarão.

Ao usar as informações do relatório dos Quadrantes Mágicos, os líderes organizacionais e de segurança podem entender melhor a dinâmica dos diferentes mercados cobertos pelo Gartner e a importância de recursos como o PAM

Além disso, aqueles que usam relatórios desenvolvidos pelo Gartner podem obter rapidamente informações sobre os diferentes fornecedores de forma centralizada. Também é possível conhecer os pontos fortes e fracos das soluções avaliadas nos relatórios, permitindo-lhes escolher de forma assertiva as melhores ferramentas para atender suas necessidades de negócios.

 Assim, utilizando as soluções sugeridas pelo Gartner, entre elas, o PAM, as organizações conseguem aumentar sua eficiência operacional, melhorando a experiência de seus clientes, parceiros e colaboradores, reduzindo riscos e garantindo a continuidade de suas operações.

Sobre o senhasegura

Nós, do senhasegura, promovemos a soberania digital, que consideramos um direito dos cidadãos, instituições e toda a sociedade. Sendo assim, o foco de nossa atuação é evitar roubos de dados e garantir a rastreabilidade de ações de administradores em redes, servidores, bancos de dados e uma infinidade de dispositivos.

Com isso, ajudamos nossos clientes a alcançar conformidade com requisitos de auditoria e com os mais exigentes padrões, entre eles, o Sarbanes-Oxley, PCI DSS, ISO 27001 e HIPAA. 

Conclusão

Nesse artigo, você leu que:

  • A transformação digital exige adaptação das estratégias organizacionais a fim de garantir agilidade e melhorar a experiência do cliente e os processos de negócios;
  • O Gartner é uma empresa que fornece consultoria e pesquisa imparciais para a comunidade de tecnologia;
  • O Gartner apresenta as principais tendências tecnológicas que impactam nos negócios, como é o caso do PAM;
  • Quando não são implantadas soluções recomendadas pelo Gartner, como o PAM, a organização pode enfrentar com mais força os riscos comerciais e de segurança cibernética;
  • O mesmo ocorre quando se implanta essas soluções sem aproveitar totalmente suas funcionalidades;
  • O Quadrante Mágico do Gartner mostra o posicionamento competitivo de diferentes fornecedores de produtos e serviços digitais em mercados distintos;
  • Essa ferramenta ajuda a entender visões, roteiros estratégicos e toda a sua capacidade de operar das organizações;
  • De acordo com o analista do Gartner, o mercado de PAM está mais competitivo do que em anos anteriores;
  • Ao utilizar o PAM, sugerido pelo Gartner, as organizações conseguem aumentar sua eficiência operacional, melhorar a experiência de seus clientes e garantir a continuidade dos negócios, entre outros benefícios.

Nosso artigo, explicando o Gartner e sua relação com o PAM, foi útil para você? Então, compartilhe este conteúdo com alguém que possa se interessar pelo tema.

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A Internet das Coisas já faz parte da nossa realidade, possibilitando conectar itens utilizados no dia a dia com o mínimo de intervenção humana e otimizar o desempenho dos equipamentos por meio da conectividade.

Esse conceito está presente nas câmeras de videomonitoramento que acessamos de nossos celulares e nas smart TVs, que conectamos à internet.

Contudo, apesar de facilitar nossas vidas, os dispositivos IoT trazem uma série de desafios quando o assunto é cibersegurança, conforme abordamos neste artigo. Para facilitar sua leitura, dividimos nosso texto nos seguintes tópicos:

  • O que é a Internet das Coisas?
  • Qual a importância da IoT?
  • Desafios de cibersegurança enfrentados pela Internet das Coisas
  • Três ações para aumentar a cibersegurança em dispositivos IoT
  • Outros desafios criados pela IoT para além da cibersegurança
  • Sobre o senhasegura
  • Conclusão

Boa leitura!

O que é a Internet das Coisas?

Internet das Coisas, internet of things ou IoT é um conceito referente à conexão e interação entre a internet e diferentes itens que utilizamos no dia a dia. 

Nesse contexto, os objetos apresentam diversas finalidades e podem ser utilizados de inúmeras maneiras. É o caso da câmera de segurança, que pode ser monitorada remotamente, a partir de ferramentas on-line e também das smartTVs conectadas à serviços de streaming.

A IoT tem o potencial de facilitar a vida das pessoas, otimizando o desempenho de equipamentos por meio da conectividade. 

Aplicada no trânsito, o IoT viabiliza a interação entre os veículos, informando sobre a existência de engarrafamentos ou prevenindo acidentes. Já no ambiente doméstico, pode ser aplicada na geladeira, que informaria sobre a falta de algum produto.

Qual a importância da IoT?

A IoT possibilita conectar itens utilizados em nossas rotinas à internet, com o mínimo de intervenção humana para uma série de processos. Isso é possível utilizando informática de baixo custo, big data, soluções em nuvem, tecnologias móveis e análise avançada.

Com a Internet das Coisas, é possível aprimorar o desempenho de objetos utilizados em nossas rotinas, como automóveis, babás eletrônicas e eletrodomésticos em geral.

A IoT também pode ser aplicada no contexto industrial, gerando mais eficiência e produtividade.

Desafios de cibersegurança enfrentados pela Internet das Coisas

O desenvolvimento e aplicação da IoT pode trazer inúmeros benefícios, mas também representa grandes desafios relacionados à segurança da informação, dentre os quais podemos destacar:

  • Falta de criptografia

A criptografia é um recurso eficiente para impedir que agentes maliciosos acessem dados. Porém, no contexto da IoT, são utilizadas ferramentas de processamento e armazenamento tradicionais, o que tem como consequência um aumento dos ataques em que os invasores conseguem alterar algoritmos utilizados para a proteção.

  • Aumento da superfície de ataque

Os dispositivos IoT aumentam o risco de ataques cibernéticos realizados por usuários maliciosos, pois muitos apresentam vulnerabilidades, como software sem patches e senha padrão inalterada.

Em 2021, houve um caso de bastante repercussão. Um casal inglês instalou uma babá eletrônica no quarto do filho de 15 meses e o aparelho foi invadido por um estranho, que conversava com com o bebê. Em 2018, hackers acessaram a rede de um cassino nos Estados Unidos, utilizando o termômetro IoT de um aquário de peixes do local.

Uma das causas de vulnerabilidades quando o assunto é Internet das Coisas é que a maioria das pessoas não age como se os dispositivos apresentassem riscos, devendo ser protegidos como computadores e celulares.

  • Testes insuficientes que geram problemas de segurança

Com o aumento da demanda por dispositivos IoT, os fabricantes desses produtos passaram a produzir muito em pouco tempo, o que prejudica a realização de testes e atualizações para identificar e corrigir eventuais vulnerabilidades de segurança.

  • Senhas fracas

Devido à dificuldade de memorizar senhas, muitas pessoas ainda utilizam senhas fracas para diversas finalidades, inclusive para acessar seus dispositivos IoT.

Com isso, a segurança da informação fica comprometida, e os dispositivos vulneráveis a invasões.

  • Malware e ransomware

Com o aumento de dispositivos, esse tipo de ataque tende a aumentar também. No caso do ransomware, a criptografia é utilizada para bloquear o acesso de usuários aos dispositivos e ainda roubar dados para exigir resgate.

Além disso, um estudo efetuado pela Zscaler permitiu identificar que decodificadores, TVs inteligentes e relógios inteligentes são os dispositivos com maior chance de serem invadidos por um ataque de malware, o que permite coletar dados e alterar suas funcionalidades. 

Outro problema é que os dispositivos podem ser infectados com vírus. Por isso, é importante que os fabricantes garantam a segurança do software. 

  • Risco para o mercado de criptomoedas

Hackers podem interferir no valor e na criação de códigos de criptomoedas, devido a vulnerabilidades no processo de desenvolvimento dos aplicativos, gerando um enorme risco para esse mercado. 

  • Recursos de segurança limitados

Muitos dispositivos IoT têm recursos de segurança limitados. Com isso, apresentam controle de acesso deficiente, falta de patches e atualizações regulares e, limitações técnicas. Desse modo, não executam funções fundamentais para garantir a segurança cibernética.  

Além disso, muitos fabricantes não levam em consideração o aspecto segurança no desenvolvimento dos seus produtos. Isso é o que chamamos de security by design.

  • Redes de comunicação inseguras

Grande parte dos mecanismos de segurança foram desenvolvidos para computadores e celulares e dificilmente serão implantados em dispositivos IoT com a eficiência necessária, já que eles contam com recursos limitados. 

Nesse contexto, uma das maiores ameaças consiste em ataques man-in-the-middle (MitM), realizados por hackers para controlar um dispositivo que não apresenta ferramentas eficazes de autenticação e criptografia. 

Com isso, os agentes maliciosos podem alterar a funcionalidade do dispositivo e instalar malwares. 

Dispositivos conectados a outros dispositivos também podem ter suas informações capturadas, caso funcione por meio do envio de mensagens de texto. Além disso, dispositivos conectados podem ser impactados por ataques a outros dispositivos. 

  • Acesso a dados confidenciais

Quando um hacker captura mensagens não criptografadas de um dispositivo IoT, ele pode acessar informações sigilosas, como dados bancários, registros de saúde e localização. 

Além disso, não são apenas os dados dos dispositivos que ficam vulneráveis, mas tudo aquilo que está inserido no ambiente  em que eles estão conectados, seja ele infraestrutura própria ou nuvem.

Outra possível causa de vazamento de dados está relacionada aos serviços de terceiros, como quando uma empresa disponibiliza informações de seus usuários para outras empresas. 

  • Ciberataques

Os dispositivos IoT podem ser alvo de ataques cibernéticos, como:

  • Ataques de negação de serviço (DoS)

A capacidade de processamento dos dispositivos IoT é limitada. Portanto, eles ficam suscetíveis a ataques de negação de serviço. Isso é feito por meio de um alto volume de tráfego falso, que compromete sua capacidade de responder a solicitações legítimas. 

  • Ataques de negação de sono (DoSL)

Para monitorar o ambiente de maneira contínua, os sensores conectados a uma rede sem fio costumam ser alimentados por baterias que não necessitam de carregamento constante.  Para preservar sua energia, basta manter o dispositivo no modo de suspensão ou vigília, conforme a necessidade de utilização.

Porém, hackers podem explorar as vulnerabilidades do controle de acesso ao meio (MAC), minando a energia das baterias, com o objetivo de desativar esses sensores. 

  • Falsificação de dispositivo

A implementação incorreta de assinaturas digitais e criptografia em um dispositivo permite sua falsificação. É o que ocorre quando uma chave pública ruim é utilizada por agentes maliciosos para interromper as implantações da Internet das Coisas

  • Ataques baseados em aplicativos

Falhas de segurança no firmware ou software do dispositivo usado em sistemas incorporados ou vulnerabilidades em servidores em nuvem ou aplicativos de back-end geram esse tipo de ataque. 

  • Intrusão física

Grande parte dos ataques ocorre de maneira remota. Contudo, o roubo de um dispositivo pode facilitar a adulteração de seus componentes. 

  • Falta de gestão e treinamento

Por fim, também estão entre os desafios de cibersegurança relacionados à Internet das Coisas, a falta de gestão adequada dos dispositivos, a falta de treinamento dos times que os operam e a falta da devida gestão de acessos para mudança de configurações, já que muitas vezes, os dispositivos sequer contam com mecanismos de controle de acesso.

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Três ações para aumentar a cibersegurança em dispositivos IoT

Confira a seguir algumas medidas que você pode adotar para proteger seus dispositivos IoT:

  • Conte com processos atualizados de análise de dados

Manter a segurança dos dispositivos IoT de sua empresa exige investir em processos de análise de dados capazes de identificar problemas e falhas na segurança da rede. 

Essas ferramentas de análise e monitoramento devem ser utilizadas de maneira preventiva e não apenas depois da ocorrência do ataque.

Com os recursos ideais, sua equipe de TI é capaz de estabelecer critérios de segurança que impeçam ciberataques a partir de informações em tempo real. 

  • Utilize soluções baseadas em inteligência artificial e machine learning

Uma das funcionalidades da inteligência artificial é proporcionar segurança a dispositivos IoT. Reunindo esse recurso com machine learning, é possível detectar falhas de segurança e ameaças, podendo se antecipar a ciberataques.

Com essas soluções, é possível obter informações de todos os dispositivos conectados, cruzar dados, identificar padrões de comportamento e elaborar previsões baseadas nas informações coletadas. 

  • Crie planos de ação eficientes

É possível utilizar ferramentas de coleta e análise de dados a fim de elaborar planos de ação assertivos, que possibilitam prevenir e responder a ciberataques. 

Com essas informações, os gestores têm visibilidade de todas as operações e podem tomar as melhores decisões para investirem em segurança da informação.

Porém, os sistemas devem ser mantidos atualizados e é fundamental monitorar os dispositivos de IoT para que não se tornem falhas de segurança. 

Outros desafios criados pela IoT para além da cibersegurança

Além da cibersegurança, a Internet das Coisas está envolvida outros desafios. São eles:

  • Falta de regulamentação

A regulamentação governamental demora para acompanhar os avanços da tecnologia. No caso da IoT, a falta de regulamentação representa um risco de segurança, que pode piorar na medida em que surgirem mais dispositivos conectados à internet.

Por esse motivo, muitos especialistas estão solicitando padrões de segurança fortes e universais para os dispositivos IoT.

  • Problemas de compatibilidade

Novas tecnologias costumam apresentar um grande número de concorrentes disputando o mercado, e com a IoT não é diferente. Com isso, os consumidores têm mais opções, mas também são gerados problemas de compatibilidade.  

Um dos padrões de compatibilidade para dispositivos IoT é o Bluetooth, mas, em redes MESHs domésticas também são utilizados protocolos como o Zigbee e Z-Wave.

Um dos fatores que asseguram a compatibilidade contínua para dispositivos IoT é sua atualização e correção, o que nem sempre é realizado, ocasionando problemas de desempenho e vulnerabilidades de segurança quando esses dispositivos precisam se comunicar. 

  • Largura da banda limitada

Com o crescimento do mercado de IoT, especialistas estão preocupados com uso intensivo de largura de banda, já que com mais dispositivos conectados, em breve, eles lutarão para suportar a carga.

Por isso, as empresas de IoT devem examinar seus provedores de conectividade de IoT e escolher um que ofereça um bom serviço e inovação. 

  • Falhas em dispositivos IoT

Quando o assunto é dispositivos IoT, os fabricantes precisam lidar com as expectativas dos clientes, que não hesitarão em trocar de fornecedor se forem frustrados. Por esse motivo, é importante que essas empresas estejam preparadas para evitarem falhas e oferecerem as melhores experiências aos usuários.

Sobre o senhasegura

Nosso objetivo é proporcionar soberania digital aos nossos clientes. Para isso, utilizamos, entre outras tecnologias, a solução senhasegura PAM Core, que protege dispositivos de IoT, gerenciando suas credenciais. 

Desse modo, descobrimos credenciais em dispositivos IoT, permitindo sua rotação automática. Além disso, suas capacidades de sessão remota permitem a gravação de todas as ações executadas nesses dispositivos

Conclusão

Lendo esse artigo, você viu que:

  • IoT é um termo referente à conexão e interação entre a internet e diferentes itens que utilizamos no dia a dia;
  • IoT facilita a vida das pessoas, otimizando o desempenho de equipamentos por meio da conectividade;
  • O desenvolvimento e aplicação da IoT representa grandes desafios relacionados à segurança da informação, como falta de criptografia, aumento da superfície de ataque, testes insuficientes que geram problemas de segurança, senhas fracas e recursos de segurança limitados, entre outros;
  • É possível contar com processos atualizados de análise de dados para aumentar a cibersegurança em dispositivos IoT;
  • Outra medida importante é o uso de inteligência artificial e machine learning;
  • A Internet das Coisas traz ainda como desafios a falta de regulamentação, problemas de compatibilidade, largura da banda limitada e falhas nos dispositivos IoT, que podem frustrar as expectativas dos clientes.

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