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Como proteger os ambientes cloud contra ciberataques?

por | mar 28, 2022 | Blog

A computação em nuvem possibilita ter acesso a arquivos e aplicações por meio da internet sem que eles estejam em computadores locais. Esse conceito se popularizou em 2008, mas remete à soluções vislumbradas nos anos 1960.

Muito usados na atualidade, especialmente devido ao trabalho remoto, que se intensificou com a pandemia de covid-19, os ambientes cloud trazem diversas vantagens aos usuários, mas requerem medidas de segurança específicas para que se evitem problemas de cibersegurança, como acesso não autorizado a dados e a ação de agentes maliciosos.

Por esse motivo, preparamos um artigo com o objetivo de explorar o que deve ser feito para proteger os serviços em nuvem dos principais riscos. Para facilitar sua compreensão, nosso texto está dividido nos seguintes tópicos:

  • O que é um ambiente cloud?
  • Por que as empresas têm optado por soluções em nuvem?
  • Principais riscos enfrentados pelos ambientes cloud
  • 14 dicas para manter a segurança em ambientes cloud
  • Conheça a história dos ambientes cloud
  • Sobre o senhasegura
  • Conclusão

Boa leitura!

  • O que é um ambiente cloud?

Ambientes cloud consistem no espaço virtual que pode ser compartilhado entre pessoas que estão distantes fisicamente por meio de uma infraestrutura que viabiliza a comunicação entre dispositivos e data centers que existem em todo o mundo. 

Devido à sua capacidade de armazenar esses arquivos, o ambiente em nuvem permite reduzir custos com hardware ao mesmo tempo em que amplia o acesso a recursos de memória e processamento. Além disso, garante mais dinamismo e produtividade no dia a dia das organizações, podendo tornar suas operações totalmente digitais.

Existem alguns modelos de implantação existentes, que explicaremos a seguir:

      • Nuvens privadas: nesse modelo de implantação em nuvem, a hospedagem ocorre de modo privado, por meio de recursos próprios de uma empresa e sem compartilhamento com outras organizações.

Na prática, as companhias utilizam ferramentas para ter exclusividade na operação da infraestrutura de servidores, o que gera benefícios como flexibilidade e segurança. Por outro lado, trata-se de um serviço que pode ter um custo alto.

        • Nuvens públicas: as nuvens públicas são aquelas que os usuários compartilham, como é o caso do Google Cloud Platform, da Amazon Web Services (AWS) e do Microsoft Azure, os serviços mais utilizados por empresas ao redor do mundo. Sua principal vantagem é que são serviços com valores mais acessíveis ou até mesmo sem custos. Porém, não oferece a mesma segurança, flexibilidade e possibilidade de personalização como é o caso das nuvens privadas. 
  • Nuvens híbridas: por sua vez, nuvens híbridas consistem na combinação entre nuvens públicas e privadas para atender às demandas de uma empresa. Com isso, as organizações devem escolher quais dados devem direcionar à cada ambiente cloud disponível. Essa integração possibilita aproveitar vantagens dos dois modelos. 
      • Multiclouds: o ambiente multicloud depende da atuação de vários provedores cloud para ser assim considerado. Isso pode ser muito útil para as organizações, uma vez que permite aproveitar o que cada serviço oferece de melhor e evitar interrupções nas operações — já que todos os serviços podem apresentar falhas em algum momento.

Também permite reduzir a latência, possibilitando às empresas escolherem as nuvens localizadas próximas aos seus clientes para garantir uma experiência melhor.

Quando falamos em ambientes cloud, também é importante pensar nos modelos de serviços, que são complementares. São eles:

  • Infraestrutura como Serviço (IaaS)

A grande finalidade da IaaS é projetar um ambiente em nuvem sob demanda, com várias ferramentas, e fácil de utilizar. Essa camada da nuvem costuma ser utilizada para a criação de sistemas operacionais, além de máquinas e memórias virtuais, entre outros. 

  • Plataforma como Serviço (PaaS)

A PaaS é composta por hardwares que são virtualizados e oferecidos pelos fornecedores como um serviço especializado. Permite realizar testes e análises de dados e desenvolver operações e são bastante úteis aos desenvolvedores que precisam integrar experimentações e aplicações, além de inserir frameworks.

  • Software como Serviço (SaaS)

O SaaS é muito utilizado pelo usuário final, quando este acessa a e-mails ou aplicativos como CRM e ERP. Por isso, é considerado uma camada externa dos ambientes cloud

  • Por que as empresas têm optado por soluções em nuvem?

Muitas organizações já adotaram os ambientes clouds em seu dia a dia devido às inúmeras vantagens que esse recurso oferece. A seguir, explicamos alguns de seus benefícios.

  • Os ambientes cloud possibilitam redução de perdas de dados

Vários fatores podem ocasionar a perda de dados, entre eles, desastres naturais, queda de energia e problemas com a infraestrutura. Porém, com os ambientes em nuvem, é possível recuperar facilmente esses dados, mesmo remotamente.

Assim, não é necessário interromper as atividades da sua empresa por um longo período, o que poderia impactar na receita.

  • Trabalhar com recursos de nuvem promove mais segurança

Os ambientes em nuvem possuem recursos que proporcionam mais segurança aos dados, como é o caso da criptografia, que pode dificultar o trabalho de agentes mal-intencionados, na medida em que impede a visualização de documentos por usuários não autorizados.

  • A expansão dos negócios pode ser facilitada por essa solução

Uma empresa pode precisar de mais espaço para executar sistemas e armazenar dados, na medida em que expande. Os ambientes cloud possibilitam essa expansão sem a necessidade de investir em muitos recursos. 

  • É possível reduzir custos com ambientes cloud

Utilizando ambientes cloud, sua empresa consegue reduzir uma série de custos, entre eles a remuneração dos profissionais que compõem uma equipe robusta de suporte em tecnologia.  Além disso, é possível eliminar gastos com licenças e atualizações de softwares e com hardwares.

  • Ambientes em nuvem proporcionam mais agilidade ao trabalho

Com os arquivos armazenados na nuvem, seu compartilhamento é mais dinâmico, o que proporciona agilidade às operações. Além disso, garante flexibilidade: seus colaboradores podem acessar os dados mesmo que estiverem em home office ou viajando. 

  • As equipes de TI têm mais tempo para se dedicar ao core business da empresa

Vários serviços são disponibilizados pelos provedores cloud, dispensando as equipes internas de TI de se preocupar com essas atividades. Com isso, elas têm mais tempo livre para se dedicar às estratégias de tecnologia associadas ao core business da organização. 

  • As atualizações da tecnologia se tornam um trabalho mais fácil e menos oneroso 

A cada três anos, aproximadamente, é necessário atualizar os sistemas de armazenamento e migrar os dados. Esse processo é demorado e pode ser bastante oneroso para quem não utiliza os ambientes cloud. 

Porém, com os dados armazenados na nuvem, essa atualização se torna mais fácil e tem um custo mais acessível. Basta adicionar novos nós ao sistema, o que reduz o tempo de inatividade. 

  • Principais riscos enfrentados pelos ambientes cloud

É fundamental que os ambientes cloud contem com o suporte necessário para fornecer segurança ao usuário final. Isso porque essa infraestrutura não está imune a riscos. A seguir, abordamos alguns desafios de quem lida com os recursos da nuvem:

      • Com a pandemia de covid-19, muitas empresas passaram a utilizar serviços em nuvem na maior parte de suas atividades devido ao número expressivo de profissionais que começaram a atuar em home office.

Sendo assim, a tendência é que os serviços de suporte fiquem sobrecarregados, na medida em que aumenta o tráfego nas redes que conectam esses profissionais aos recursos de nuvem.

Por isso, é necessário contar com um provedor cloud capaz de gerenciar esse aumento de carga e oferecer um serviço sem interrupções ao cliente. 

      • Na hora de oferecer suporte para os ambientes cloud, os provedores devem considerar os eventos on-line realizados no lugar de reuniões presenciais, que também aumentaram com a pandemia de covid-19. É possível, por exemplo, fechar parcerias com provedores de telecomunicações, aumentando o suporte em nuvem voltado para esses serviços.

      • Também é necessário que os provedores cloud sejam eficientes o bastante para compensar os cortes realizados ao longo da pandemia com serviços de TI.

      • Outro importante desafio é entender de que maneira os serviços em nuvem são utilizados pelas organizações a fim de estabelecer políticas que garantam sua proteção, ao mesmo tempo em que proporcionam facilidade de uso e flexibilidade.

      • É indispensável ter em mente que serviços em nuvem e redes locais apresentam diferentes demandas quando o assunto é segurança. No caso dos ambientes cloud, os riscos são mais complexos. Por isso, avaliar esses riscos faz parte das melhores práticas de segurança.
      • Trabalhar com soluções cloud torna as operações mais dinâmicas e rápidas, mas é necessário garantir que os departamentos de TI tenham visibilidade das atividades realizadas utilizando a nuvem, a fim de proteger as interações que ocorrem nesse ambiente.

      • Um dos problemas mais comuns de empresas que utilizam o ambiente cloud consiste na configuração incorreta, que gera vulnerabilidade na segurança. Esses erros ou importantes configurações ignoradas podem ser descobertos por usuários mal-intencionados, causando perdas financeiras e inúmeros outros transtornos. 

      • Esses ataques incluem o Cryptojacking, que envolve operações não autorizadas com criptomoedas; o E-skimming, que permite aos invasores terem acesso a dados dos visitantes do site da companhia, prejudicando sua reputação; e acesso não autorizado, que pode ter como consequência o roubo de dados para as mais diversas finalidades, como a venda a outros cibercriminosos.

      • É importante aproveitar a oportunidade de projetar o código da nuvem na hora de abordar seus requisitos, protegendo cada área relevante, de modo a evitar os riscos que mencionamos.
      • Também é fundamental inspecionar o tráfego de rede e garantir segurança por meio de virtual patching, a fim de combater vulnerabilidades.

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  • 14 dicas para manter a segurança em ambientes cloud

Confira a seguir algumas dicas para garantir a cibersegurança em ambientes cloud:

  • Adote o modelo de nuvem híbrida

Uma das possibilidades para quem não deseja migrar todos os dados da organização para os ambientes cloud é optar pelo modelo de nuvem híbrida, muito utilizada por gestores de TI. 

Isso possibilita direcionar alguns arquivos aos servidores internos e outros, ao serviço de cloud contratado, de modo estratégico, beneficiando-se da disponibilidade da nuvem ao mesmo tempo em que se armazena localmente dados sensíveis.

  • Gerencie as credenciais no ambiente

É fundamental contar com um profissional de TI capaz de gerenciar as credenciais e monitorar o acesso a dados sensíveis, tanto no data center local quanto na nuvem. Afinal, ter total controle do ambiente é o que garante a segurança nesses dois contextos. 

  • Invista em criptografia

Na hora de contratar um fornecedor de serviços em cloud, verifique se a criptografia está inclusa, com protocolos de verificação, regras de codificação e força de algoritmo.

Também é possível potencializar a segurança da nuvem com uma camada extra de criptografia e técnicas associadas ao múltiplo fator de autenticação (MFA).  

Alguns provedores cloud disponibilizam serviços de criptografia, assim como empresas de software tradicionais e de nuvem de terceiros. 

  • Identifique dados confidenciais e entenda como estão sendo acessados

Só é possível manter a segurança dos dados confidenciais em nuvem identificando-os e entendendo como ocorre o seu acesso. Por isso, é de suma importância avaliar as proteções em aplicativos e pastas em ambientes cloud, classificando dados e compreendendo o contexto de acesso dos usuários para evitar riscos.

Sendo assim, invista em análise de comportamento do usuário (UBA) para monitorar anormalidades e reduzir a perda de dados.

  • Entenda o que é o modelo de responsabilidade compartilhada

Em um data center privado, todos os problemas de segurança são de responsabilidade da empresa. Mas quando se trata de uma nuvem pública, a responsabilidade é compartilhada entre o cliente e o provedor. No entanto, de acordo com o Gartner, 99% dos vazamentos de dados ocorridos em ambientes cloud são de responsabilidade do cliente.

Por isso, é fundamental que cada parte compreenda seu papel nesse contexto, evitando falhas de comunicação que coloquem a segurança em risco. 

  • Qualifique seus colaboradores

A proteção dos ambientes cloud depende tanto das ferramentas utilizadas por profissionais de TI quanto da conscientização de todos os funcionários da empresa sobre as práticas de segurança.

Afinal, grande parte das vulnerabilidades das soluções de TI estão associadas a ações humanas, como falhas e uso indevido e, no caso dos serviços em nuvem, não é diferente. 

Por isso, crie uma cultura de segurança e conte com profissionais de TI para disseminá-la, com diretrizes claras sobre quem pode acessar os ambientes cloud, como isso pode ser feito e quais dados armazenar. 

Além de treinar a equipe como um todo, é de suma importância investir na capacitação constante da equipe de TI. Isso porque todos os dias há novas ameaças e é preciso se antecipar a elas.

  • Invista em IDPS

Sistemas de prevenção e detecção de intrusão (IDPS) estão entre os recursos de segurança em ambientes cloud mais eficientes da atualidade. Sua função é monitorar, analisar e responder ao tráfego de rede em ambientes locais e de nuvem pública. 

Caso encontrem riscos associados a assinaturas e protocolos, essas soluções alertam sobre as anormalidades e promovem o bloqueio dessas ameaças, proporcionando tempo aos administradores para solucionarem o problema. 

Esses recursos são importantes para alertas em tempo real e monitoramento 24 horas. Sem eles, avaliar o tráfego de rede procurando sinais que indiquem um ataque sofisticado pode se tornar inviável. 

  • Monitore o uso de aplicativos não autorizados

O uso de aplicativos não autorizados para o acesso dos sistemas da organização, prática conhecida como Shadow IT, também representa um risco para a segurança em ambientes cloud. 

Além disso, o home office e a utilização de smartphones favorecem esse tipo de interação, que deve ser monitorado pelo departamento de TI. 

  • Garanta a segurança de seus endpoints

Com o uso de serviços em cloud, é necessário reforçar a segurança de endpoints.  Sendo assim, analise suas estratégias e garanta que as proteções utilizadas sirvam para lidar com ameaças atuais. 

Seu plano de defesa de endpoints deve incluir: detecção de intrusão, firewalls, antimalware e controle de acesso. Mas tenha em mente que o uso de recursos de automação, como ferramentas de detecção e resposta de endpoint (EDR) e plataformas de proteção de endpoint (EPP), pode ser muito útil.

Essas soluções reúnem monitoramento contínuo e resposta automatizada com recursos tradicionais, atendendo a critérios de segurança, como prevenção de ameaças internas, criptografia de endpoints, gerenciamento de patches e VPNs

  • Conte com fornecedores eficientes e confiáveis

É muito mais fácil garantir a segurança dos serviços em cloud quando você tem fornecedores de nuvem eficientes e confiáveis. 

Por isso, pesquise a confiabilidade desses serviços e invista em uma empresa que proporcione suporte para evitar crises e seja capaz de agir imediatamente quando elas ocorrem. 

Isso porque esses sistemas não são imunes a falhas. Porém, com planejamento e ajustes é possível ter segurança nos serviços em nuvem. 

  • Esteja em dia com os critérios de conformidade

Empresas que têm acesso a informações pessoais de seus clientes, como é o caso das organizações de saúde, precisam estar em conformidade com políticas de privacidade e segurança de dados rígidas, entre elas a LGPD.

Dependendo de sua localização ou de onde esses dados são armazenados, podem ser acrescentados outros critérios. 

Por isso, é necessário que as organizações revisem seus critérios de conformidade e contratem um provedor de serviços capaz de atender suas demandas nesse aspecto. 

  • Conte com ajuda externa

Atualmente, muitas empresas oferecem serviços que têm a função de intensificar a segurança na nuvem. Por isso, se a equipe de segurança interna não tiver expertise nesse assunto ou se  recursos de segurança não forem adequados aos ambientes cloud, você deve considerar contar com o apoio de uma equipe externa. 

  • Realize testes de penetração e auditorias 

Quer saber se os procedimentos que sua empresa realiza são suficientes para proteger seus dados em ambientes cloud? Então, execute testes de penetração, independentemente de contar com o apoio de uma empresa de cibersegurança externa ou de um time interno. 

Outra medida essencial é a realização de auditorias de segurança, que permitam analisar a atuação e os recursos dos provedores de serviços em nuvem para saber se os procedimentos de segurança estão sendo cumpridos. 

  • Ative logs de segurança

Habilite logs de segurança para seus serviços em nuvem. Isso contribuiu para que os administradores de sistema acompanhem quem efetua alterações nos ambiente cloud, o que é praticamente inviável fazer de modo manual. 

Se um agente mal-intencionado conseguir ter acesso e realizar alterações, os logs mostrarão suas ações para que sejam corrigidas e evitadas futuramente. 

Esse registro ainda permite detectar usuários que tenham mais acesso do que o necessário para executar suas atividades, favorecendo a adoção do princípio do privilégio mínimo. 

  • Conheça a história dos ambientes cloud

Na década de 1960, o cientista da computação John McCarthy, conhecido por lançar a expressão “Inteligência Artificial”, afirmou que seria mais útil utilizar a computação de dois modos: por meio do time-sharing, que se refere ao compartilhamento de tempo, e do Utility Computing, a utilidade da computação.

O time-sharing refere-se ao compartilhamento de um computadores, com mais de uma pessoa utilizando, de modo a diminuir custos e ampliar tarefas. O Utility Computing se caracteriza pelo pagamento da internet que foi utilizada, de maneira similar às cobranças de energia elétrica.

Em 1962, Joseph Carl Robnett Licklider criou a rede Arpanet, que possibilitou o compartilhamento global de dados, originando a computação em nuvem.

Atualmente, a nuvem faz parte da rotina de pessoas físicas e jurídicas, pois possibilita editar arquivos, assistir séries on-line, armazenar documentos, enviar e-mails, entre outras funcionalidades.

Mas existem diferentes tipos de nuvem, como a pública, a privada e a híbrida, abordadas neste artigo.

  • Sobre o senhasegura

O senhasegura garante a soberania digital das organizações. Isso porque atua evitando a rastreabilidade de ações e perda de informações em dispositivos, redes, servidores, bancos de dados e ambientes cloud.

Nossos serviços também são úteis para colocar nossos clientes em conformidade com critérios de auditoria e com padrões rigorosos, como PCI DSS, Sarbanes-Oxley, ISO 27001 e HIPAA.

  • Conclusão

Lendo este artigo, você viu que:

  • Ambientes cloud são espaços virtuais onde são compartilhados arquivos entre pessoas, que estão distantes fisicamente, por meio de um servidor que viabiliza a comunicação entre data centers e dispositivos.
  • Existem diferentes tipos de nuvem, como as privadas, as públicas e as híbridas.
  • Ambientes cloud também se referem a modelos de serviços: Infraestrutura como Serviço (IaaS), Plataforma como Serviço (PaaS), Software como Serviço (SaaS).
  • As soluções em nuvem garantem uma série de vantagens para as empresas, como redução de perdas de arquivo, mais segurança e menos custos com equipes de TI, além de escalabilidade para o negócio.
  • Usuários de ambientes cloud precisam de suporte adequado para garantir a segurança dos dados armazenados na nuvem, que aumentam cada vez mais com o trabalho remoto.
  • Trabalhar com soluções cloud garante mais dinamismo às operações, mas é essencial que os departamentos de TI tenham visibilidade das atividades realizadas nesse ambiente para garantir a segurança.
  • Quando uma empresa utiliza uma nuvem pública, a responsabilidade pela segurança é compartilhada entre a organização e o provedor, por isso, cada um deve entender seu papel para garantir a proteção dos dados. 
  • É essencial qualificar os colaboradores para acessarem ambientes em nuvem sem gerar riscos às organizações.
  • Da mesma forma, as equipes de TI devem passar por treinamentos frequentes para se anteciparem às novas ameaças que surgem constantemente.
  • Muitas vezes, será necessário contar com a ajuda externa de fornecedores confiáveis e realizar auditorias que possibilitem uma análise para saber se os provedores de serviços em nuvem estão efetuando os procedimentos de segurança necessários.
  • Também abordamos a história da nuvem, que teve início na década de 1960.

 

Se o nosso artigo sobre ambientes cloud foi útil para você, compartilhe com outras pessoas que possam se interessar por esse assunto. 

 

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